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Artigo publicado no Diário2 a 11.11.2009

twitter-linkedinAgora é possível ler no LinkedIn o que se escreve no Twitter, e vice-versa. A rede profissional rende-se ao poder de síntese dos 140 caracteres e da partilha de informação em tempo real.

O processo de sincronização está será acessível a todos os perfis de LinkedIn nas próximas horas. Ao ter disponível o ecrã abaixo indicado, será necessário configurá-lo.

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Após assinalar o uso do Twitter na caixa de status, configura-se a intersecção entre as duas redes sociais.

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Se quiser partilhar no LinkedIn um artigo interessante que tenha visto no Twitter, basta acrescer ao “tweet” a hashtag #li ou #in.

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A parceria foi assinalada nos blogues do LinkedIn e Twitter. Para os seus responsáveis, é a combinação perfeita.

Artigo publicado no Diário2 a 11.11.2009

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No Facebook, “os que não querem pagar €1.50 a cada transacção Multibanco!” tem perto de 48 mil pessoas associadas e a adesão cresce a bom ritmo. Os participantes dão o seu contributo na Wall e não só. As áreas de fotos e discussão não são meros adereços e estão activas.

A criadora do grupo, Guida de Palma, referiu ao Diário2 tê-lo “lançado há um ano e meio e não voltei à carga… o grupo foi crescendo naturalmente“.

Quanto à possível comissão bancária, o ministro das Finanças, Teixeira dos Santos já veio pôr água na fervura. Na passada Quinta-Feira, durante o debate do Programa do Governo, garantiu que o governo irá “prosseguir com a política de não cobrar taxas nos multibancos”.

Água mole em pedra dura

A aplicação de um valor extra em levantamentos, corre na sociedade portuguesa desde a década passada. Pedro Pita Barros realizava, em 1994, o artigo “Economia da Taxa Multibanco” no qual avaliava uma das primeiras tentativas de imposição de serviço no cartão de débito.

Mais recentemente, em 2007, o debate sobre a possível autorização de uma taxa fez-se também na internet e resultou em petições como esta. Continua activa e é bandeira de uma nova forma de recusa: um grupo de discussão numa rede social.

A rede social Facebook parece assumir-se como centro de protesto perante temas polémicos. Não surpreende que uma das mais recentes seja esta (nova) tentativa de se aplicarem taxas adicionais em transacções de multibanco.

Num país em que a sociedade civil raramente se faz ouvir na afirmação de posições perante problemas, será o Facebook um antro de gritos mudos?

Artigo publicado no Diário2 a 2.11.2009

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Chega hoje às lojas “Between Waves”, o quarto álbum de David Fonseca. A fase de promoção que a precedeu, não descurou o poder de influência do digital e redes sociais.
David Fonseca não é neófito nas lides da internet. Antes da sua presença assídua no Twitter, Facebook, MySpace, Hi5 e Youtube, as suas acções como vídeo blogger chamaram à atenção.

Actualmente, um músico tem de ser multifacetado e a partilha de um pouco da sua vida em canais de texto, imagem e vídeo é uma aposta ganha. Basta ver os milhares de seguidores que David Fonseca tem em comunidades digitais: Facebook (5 mil), Twitter (10 mil) e MySpace (34 mil).

A promoção de “Between Waves” iniciou-se a 27 de Julho, com o lançamento de “A Cry 4 Love” no site do autor. Mais recentemente, foram disponibilizados quatro originais na sua conta MySpace. Com a menor influência do formato single e da rádio, David Fonseca sabe aliar novas e velhas correntes de divulgação.
davidfonseca3 Recentemente lançou o “Amazing Cats Club”, um misto de clube de fãs e rede social que proporciona conteúdos exclusivos, como temas, concertos, merchandise aos inscritos. Segundo afirmou, baseia-se na experiência que tem como frequentador de semelhante “grupo de amigos” dos americanos R.E.M.

Fora do reduto interno “Amazing Cats Club”, David Fonseca continua a relatar a sua vida artística em tempo real. Um dos momentos mais relevantes da promoção a “Between Waves” decorreu na segunda-feira, 26 de Outubro. Durante a tarde desse dia, proporcionou uma série de mini-concertos na zona de Lisboa. Príncipe Real, túnel de Belém, Rocha Conde de Óbidos e Terreiro do Paço receberam actuações do autor que, nas deslocações, lançava passatempos originais aos seguidores de Twitter e Facebook que estavam nas imediações. A acção, acompanhada pela Antena 3, promovia também “Streets of Lisbon”, DVD que faz parte de uma das versões comerciais do CD.
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David Fonseca
David Fonseca será dos músicos profissionais portugueses mais conscientes das vantagens de uma comunicação em multi-plataforma. As redes digitais dão-no a conhecer e fazem com que se falem na sua música e carreira. Mais que tudo, sabe aliar a criatividade ao meio, porque ferramentas como redes sociais são só o veículo. O valor nasce da forma como se comunica.

Artigo publicado no Diário2 a 20.10.2009

twitterfeed

Se o cão é o melhor amigo do homem, o Twitterfeed é o melhor amigo do blogger que tem conta na rede do passarinho azul. Esta aplicação permite que, de forma automática, sejam publicados posts de um blog no Twitter usando o RSS.

Associados ao Twitterfeed estão já mais de 350 mil utilizadores que publicam 600 mil feeds e geram mais de 5.5 milhões de cliques.

Para responder ao aumento de utilização, a equipa do Twitterfeed criou uma nova arquitectura que comunica com o Pubsubhubbub, protocolo da Google. Esta “colaboração”, permite que posts publicados em plataformas Blogger ou Typepad sejam emitidos no Twitter em tempo real. Em breve, esta vantagem chegará a utilizadores de WordPress.

Outras novidades do Twitterfeed:

- passa publicar automaticamente no Facebook;
- permite a visualização de estatísticas dos posts partilhados;
- colabora com o Google Analytics.

Artigo publicado no TwitterPortugal a 20.10.2009

Há vídeos que pela sua simplicidade se tornam virais e originam edições e recriações. Os chamados “vídeo meme” são populares nos EUA e foram analisados pelo Etnógrafo Digital, Mike Wesch e na apresentação “An anthropological introduction of YouTube” (ver minuto 2:00 e 13:25). Uma parte das películas mais conhecidas pode ser consultada no site You Shoud Have Seen This, bem como as suas reacções.

Em Portugal, o fenómeno da resposta a vídeos virais é pouco comum. Mas registam-se excepções à regra. “Eu na praia”, um relato de meio minuto ao sol de Matosinhos tem seis réplicas, uma delas do Gato Fedorento.

O original

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Artigo publicado no TwitterPortugal a 13.10.2009

Pese embora o calor tórrido, estamos perto do Natal. Quem fala na época festiva do menino Jesus, fala da renovação de votos do consumo pelas cadeias de hiper e supermercados.

Em Outubro, Lidl, Jumbo, Modelo, Mini Preço e Pingo Doce investiram em campanhas de publicidade cativando a atenção de consumidores. A distinção entre marcas faz-se com marketing que visa potencializar o “branding”, a afectividade dos colaboradores, alguns produtos e preços.

Este ano a publicidade é um factor de diferenciação, pela negativa. Blogues e redes sociais são o palco da acção e a marca é o Pingo Doce.

O anúncio realizado pela Duda Portugal, passa nas televisões portuguesas desde quarta-feira, 7 de Outubro. No dia de hoje, a consideração do nome “Pingo Doce” em blogues não remete para o preço ou qualidade dos serviços, mas para incoerências na película e imagem de marca. Hora a hora, são adicionadas novas opiniões em blogues (ver em Sapo e Google). Mais, a notícia passa agora a para imprensa da especialidade.

pingodocefacebook

Tudo começou quando Ângelo Marques, insatisfeito com a mudança de posicionamento da marca e com a publicidade de TV, criou no Facebook o grupo Gente que não grama o anúncio do Pingo Doce do Duda. Como afirmou ao Meios e Publicidade, “pouco mais fiz do que partilhar a minha opinião e este grupo com os meus contactos do Facebook e ir adicionando algumas opiniões que fui encontrando pela internet. Aparentemente os meus contactos tiveram a mesma iniciativa”.

O grupo reúne já dois mil participantes, e paralelamente foram nascendo outras iniciativas: uma tshirt, o questionário Que cliché do Pingo Doce és tu?, uma carta aberta, etc. O burburinho também se faz ver no Twitter, extensão de comentários dos blogues.

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Do lado da marca do Grupo Jerónimo Martins não há reacções. O tempo de resposta é fundamental numa crise. Veja-se o caso da Domino’s Pizza nos EUA. Em Portugal, por exemplo, as ondas levantadas por Nuno Markl quando à Media Markt obtiveram resposta rápida e contribuíram a descontinuação de um anúncio. Assim se amenizou um caso que poderia tomar outras dimensões.

Cada vez mais, a opinião pública faz-se na rede digital e as marcas têm de criar sistemas de auscultação permanente do que se diz sobre a sua bandeira. Sem fim à vista, o anúncio do Pingo Doce, será um caso de estudo no futuro. No site institucional, do Grupo Jerónimo Martins não tem nada a relatar sobre o acontecimento, e no espaço dos supermercados o último comunicado de imprensa remete para uma polémica em Julho com a Greenpeace.

Pode o gabinete de comunicação do Grupo Jerónimo Martins, ignorar por muito mais tempo as críticas negativas que se fazem à marca? O anúncio Pingo Doce tem condições para continuar a ser emitido?

Artigo editado no TwitterPortugal, a 08.10.2009.

Actualmente, a qualidade das séries americanas é seguida por um público heterogéneo e global. Atendendo à vocação internacional dos produtos multimédia, e à estreita relação dos consumidores com a internet, o marketing das estações de TV tem cada vez mais e melhores experiências nas redes sociais. São os casos de Mad Men e FlashForward no Facebook.

Mad Men contextualiza a sociedade americana dos inícios dos anos 60 utilizando o universo do marketing e publicidade. A série tem boas audiências e tem sido premiada.

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No Facebook, a promoção faz-se numa fan page que tem mais de 180 mil utilizadores. Episódio a episódio cresce o envolvimento dos espectadores na wall, onde discutem o rumo e a qualidade da série. Cerca de 30 vídeos e 17 álbuns de fotos estão em partilha. Em resposta aos materiais oficiais, os fãs já enviaram perto de 2000 fotos personalizadas, o que demonstra o seu grau de envolvimento.

Para além do Facebook, a AMC – responsável pelo programa – criou duas aplicações que têm feito sucesso online. “Mad Men Yourself”, transforma uma fotografia em imagem de personagem da série. “Which Mad Man Are You?”, é um questionário que identifica, quem aceita responder, com determinada personagem. A promoção no Facebook é um complemento a outras acções criadas no Twitter, iPhone e site oficial.

FlashForward estreou a 24 de Setembro nos EUA na ABC. Passou a ser televisionada no canal AXN já a 7 de Outubro em Portugal. A série que pretende continuar o legado sci-fi de Lost, foca-se num evento apocalíptico que decorrerá seis meses após a acção presente. Desmaios de 2 minutos e 17 segundos são sentidos por toda a população mundial, durante os quais são reveladas premonições do contexto dramático futuro.

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A ABC promove a série através da FlashForward Experience, uma aplicação possível graças ao Facebook Connect que está assente numa fan page e num site próprio. Esta “experiência” recolhe fotos dos amigos do utilizador e edita-as numa curto filme sobre o seu futuro. Assim, emvolve o espectador no contexto da série.

Hoje em dia, para promover uma marca já não basta ter um canal no Twitter, Facebook ou mesmo no Hi5 a “debitar” informação. É necessário implementar acções criativas e únicas que tornem o utilizador numa parte integrante do produto pelo qual nutre afectividade.

Artigo editado no TwitterPortugal, a 02.10.2009.

O novo “brinquedo” da Google está a ser esmiuçado e escrutinado por cerca de 100 mil pioneiros. Beta testers, se preferir.

Entre abundante informação publicada sobre o Google Wave, ainda é rara a que fala na primeira pessoa. Dos relatos de quem já as testou depreende-se que:

- Não é uma ferramenta de Social Media;
- Twitter, Facebook e outras redes não serão beliscadas;
- É uma ferramenta colaborativa capaz de facilitar a vida a PMEs e complicar a da Microsoft;
- Pouco intuitiva. É necessária uma boa dose de paciência para compreender as suas funcionalidades;
- Mais do que o novo email, é o novo Instant Messenger e Fórum;
- Ideal para realizar tarefas multimédia entre grupos de pessoas;
- Está à frente do seu tempo mas dificilmente será popular; Read the rest of this entry »

Atualizações do Twitter