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Adaptação livre da tira de ©Hugh.

12. Predictions 2009 da Google
11. Predictions 2009: An Economic Pressure Cooker Will Accelerate the IT Industry Transformation da IDC
10. Social Media Predictions 2009 de Peter Kim
9. 10 Linux Predictions for 2009 no Daniweb
8. Blogging Predictions for 2009 do Inquisitr
7. Predictions for 2009: Desktop Begins to Shift Rapidly to Cloud pela IT Business Edge
6. Media Predictions for 2009 pela Business Week
5. Mobile Predictions 2009 na GomoNews
4. 2009: Predictions Across the Web de Lidija Davis em Read Write Web
3. Top 10 Strategic Technologies for 2009 da Gartner
2. Social Media Influencers Predictions 2009 por Trendsspotting
1. Strategic Thinking 3.0 – A media forecast for 2009 na Adweek
Sem ordem específica, mas com o 12 sob número. Doze são os meses que se aproximam e são as passas pelas quais o ritual de passagem de amanhã pergunta.
Michael Wesch é um antropólogo que trabalha sobre temas de média. Exerce uma cadeira de Etnografia Digital na Kansas State University. Dele conhecemos vários vídeos que nos levam a reflectir sobre as rápidas mudanças na forma de comunicar.
As suas qualidades de professor foram distinguidas recentemente. Foi considerado um dos melhores professores americanos em 2008 e foi distinguido na categoria de “Outstanding Doctoral and Research Universities Professor of the Year“.
Não é para menos, os vídeos que já vi de Michael Wesch primam pela qualidade de discurso aliada ao apelativo uso de soluções multimédia.
Recomendo “An anthropological introduction to YouTube“, o resultado de uma apresentação na Library of Congress a 23 de Junho de 2008, posteriormente “maquetada” com meios multimedia. Está lá tudo, a teoria q.b. e sobretudo os casos práticos.
Cultura, o objecto da Antropologia, é mensagem. Se os média que passam a mensagem mudam as relações humanas também. Cabe a esta disciplina analisar e explicar estas mudanças sociais. É esta a base onde Michael Wesch trabalha.
O mais recente entrevistado de Robert Scoble é o, também, “twitterosférico” Loic Le Meur, conhecido promotor do Seesmic e da conferência anual LeWeb.
Da conversa retiro uma premonição do entrevistado:
- A crise vai levar à falência algumas empresas de Web que têm serviços de que gostamos;
- Por consequência, vai promover uma nova atitude do utilizador perante as ferramentas gratuitas de internet.
- Nem tudo passará a ser de borla, vamos começar sentir a necessidade de pagar por edições “pro”. Com isto será dado mais apoio a certos projectos de Web.
É bom termos instrumentos gratuitos na internet. Verdade é que só pagando é que damos mais importância a determinado produto ou serviço.
Será que o cenário traçado por Loic Le Meur se vai desenvolver nos próximos anos?
Curiosamente, o novo livro de Chris Anderson será dedicado ao “freeness”.
A Time Magazine tem por hábito premiar as figuras do ano em Dezembro. Na edição de 2008 são 50 as categorias de “best of”, entre as quais se inclui o “Viral Videos”.
O “top 10″ desta é encimado por “Where the Hell is Matt?”, num vídeo onde Matt Harding dança em 42 cenários do planeta.
Vejam só onde está Matt ao segundo 54!

Atenção a duas revistas electrónicas que fazem da Internet a sua plataforma de difusão: Magnética e publ&MAG.
A Magnética aposta em áreas como o cinema, a música, a literatura e tem no seu primeiro número o chocolate como tema base. A publ&MAG é uma revista bimensal de arte e design. Já a caminhar para a sua 10ª edição.

1. Vista sobre um congresso n’O Lago de Alexandre Gamela
2. Social bookmarking and UK newspaper websites em Journalism.co.uk por Laura Oliver
3. Forty Million Americans Now Contribute to Social Networking Sites: Who Are They? de Frederic Lardinois em Read Write Web
4. SlideShare Newspaper of the Future pela Seismonaut.
5. Uma das fotos do ano segundo a Big Picture do The Boston Globe:

Foram anunciados os vencedores do Open Web Awards.
A rede social The Star Tracker, conhecida por dinamizar o contacto entre muito do talento humano português, venceu na categoria “Niche Social Network”.
Os distúrbios que decorrem nas cidades gregas não são apenas físicos, consubstanciam-se online: no YouTube, Facebook e Twitter.
Como diz Alexis Papachelas, editor do Kathimerini ao Chicago Tribune, “as pessoas estão a comunicar através do YouTube e Facebook , e os políticos têm um problema sério em comunicar e falar para aqueles jovens. Não sabem como os alcançar.”
O vídeo de homenagem a Alexandros Grigoropoulos colocado no YouTube tem já 150 mil visitas e 2,389 comentários. No Facebook foram criados vários com o seu nome. Este, por exemplo, tem mais de 131 mil membros. No Twitter, em #griots mobilizam-se os revoltosos em tempo real e partilham-se imagens e vídeos.
A facilidade de partilha e actualização das tecnologias 2.0 marcam 2008. Mumbai, Santa Catarina, Egipto e agora Grécia são alguns dos casos em que o “social networking” se tornou visualmente activo e a primeira fonte de notícias.
Como teria sido a revolta dos suburbios franceses em 2005 com o microblogging, redes sociais e canais de vídeo?




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