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Enquanto a Yahoo e Microsoft se unem, a Google acena-lhes.

No próximo dia 30 de Setembro, dentro de dois meses, o Google Wave será disponibilizado para 100 mil interessados. Actualmente, alguns milhares já o testam, mas há problemas de rapidez e estabilidade a solucionar.

O Google Wave é uma ferramenta de comunicação que, segundo os seus programadores, fará esquecer o email e revolucionará a forma como lidamos com a informação na Web. Há 10 anos o Instant Messenger iniciava um novo paradigma da comunicação, cenário que a Google pretende que o Wave faça.

Com a aceitação do Twitter, o Google entendeu que o mundo está preparado para uma ferramenta de partilha em tempo real que envolva formatos texto, imagem e vídeo. Pelo que já vi, o Google Wave parece-me um “Twitter com turbo”. A um ritmo infernal, permite uma organização e criação de conteúdos superior ao sistema do “passarinho”.

A comunicação em tempo real será a base deste novo produto Google. Os utilizadores podem conversar, editar, cooperar em múltiplos formatos armazenar o resultado. Há quem o descreva como um agregador de email, chat, wiki, blog, feeds, blogues, etc.

O sistema desenvolvido pelos criadores do Google Maps não é, para já, intuitivo. Assim como usar o Twitter foi, no início, um quebra-cabeças, o Google Wave tem uma organização que vai pedir doses de adaptação e compreensão.

É uma plataforma construída em código aberto o que permite a inclusão de aplicações por terceiros. Quem quiser experimentar, inscreva-se aqui.

Palavras para quê, vejamos um resumo da apresentação do Google Wave.

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Diário Digital: O senhor acompanha o fenômeno do Twitter? Acredita que a concisão de se expressar em 140 caracteres tem algum valor? Já pensou em abrir uma conta no site?

José Saramago: Nem sequer é para mim uma tentação de neófito. Os tais 140 caracteres reflectem algo que já conhecíamos: a tendência para o monossílabo como forma de comunicação. De degrau em degrau, vamos descendo até o grunhido.

[este artigo foi originalmente publicado no blog Twitter Portugal a 22.07.2009]

O Tour de France de 2009 tem a sua etapa final já no próximo Domingo. Este ano, a cobertura na prova diversificou-se na Internet, Web 2.0, “social web” ou como lhe quiserem chamar. Vejamos alguns exemplos.

1. Twitter

A Astana, a equipa do português Sérgio Paulinho, está em peso na rede de micro-blogging. Lance Armstrong, Levi Leipheimer (que abandonou a corrida), Johan Bruyneel (director desportivo) e o perfil institucional TeamAstana são algumas das formas de acompanhar por dentro o espectáculo velocipédico. O vencedor do Tour 2008, Carlos Sastre (Cervélo TestTeam) também lança as suas “twitadas”.

Uma boa forma de acompanhar a prova via Twitter é seguir as “hastags” #tourdefrance ou #tdf. Amadores e profissionais como DailyTour e Frank Steele animam a cobertura da prova por este micro-meio.

2. Blogs

O regresso ás “ciclo-lides” de Lance Armstrong foi um dos motivos da “webização” da prova. No blog da sua fundação, deixa um pouco das experiências diárias. Existem também blogs/sites com cobertura esclusiva da corrida como o TDF e o Velonews. Este último, á semelhança do desporto futebolístico, tem uma janela onde segue as etapas ao vivo com escrita.

Ah, não esquecer a “papinha feita” para jornalista ou seguidor ver/ouvir realizada pela equipa SaxoBank no blog Taking the Lead. Uma forma de inovar na promoção da marca que paga a equipa.

3. Mapas

No ano passado a Google realizou uma edição especial do Street View para a prova. Em 2009 não temos o envolvimento da empresa de Larry Page e Sergey Brin, mas não deixam de haver mapas disponíveis. Pode seguir a cartografia da corrida na Versus ou mesmo no Google Earth graças a Thomas Vergouwen.

4. iPhone

Este ano houve uma aplicação para seguir o Tour via iPhone: o iTour. O futuro passa pela internet nos smartphones e os média, “prosumers” ou marcas, têm que acompanhar a tendência. E não sou eu que o digo.

5. Portugal

O João Pedro Mendonça da RTP está a proporcionar um caso que interessa relevar. Através do perfil @rtptour do Twitter, interage com o público na cobertura diária da prova. Uma experiência a reter.

As “boas práticas” assinaladas neste artigo ficam como sugestão para departamentos de comunicação das equipas/marcas, média e mesmo seguidores da 71ª Volta a Portugal, que se inicia a 5 de Agosto. Quem será o primeiro a avançar e a dizer: sigam-me na “social web”?

[este artigo foi originalmente publicado no blog Twitter Portugal a 15.07.2009]

Na segunda-feira da semana passada a TMN e Vodafone lançaram em Portugal o HTC Magic, uma peça mais que vem alterar a forma como nos relacionamos na “auto-estrada da informação”. Hoje em dia, não nos distanciamos facilmente da Internet e começa a ser tão indispensável como a electricidade. Tal como há semanas dizia Jack Dorsey, um dos criadores do Twitter, uma ferramenta tem impacto fundamental no mercado quando ocupa o lugar comercial ao qual Nikola Tesla elevou a energia eléctrica.

A mobilidade na ponta dos dedos nasceu nos anos 90 e já neste século tornou-se importante com o trabalho de marcas como a Blackberry, Palm, Nokia, Apple e outras mas foi com o iPhone que se vulgarizou. “Vamos usar o melhor dispositivo apontador do mundo. Um dispositivo com que todos nascemos. Os nossos dedos.”, disse Steve Jobs na apresentação do produto. Mas não são só os dedos que fazem dos smartphones um produto quase obrigatório.

É mágico?

O HTC Magic é o primeiro telemóvel de nova geração a chegar ao mercado português com o Android, o sistema operativo da Google. As suas especificidades hardware, consultáveis aqui, colocam ao nosso dispor o essencial para comunicarmos tanto em multimédia (texto, imagem e vídeo) como de “viva voz”. O design, ergonomia e software foram tangidos de forma a qualquer pessoa se familiarizar rapidamente com os processos básicos.

Entre outros atractivos, a câmara tem a capacidade de tirar fotografias e gravar vídeos a 3.2 megapixel, ficheiros que são partilháveis no Youtube, Gmail ou mesmo em aplicações que se descarreguem posteriormente. A resolução de HVGA 320 x 480 permite um que bom uso das capacidades visuais do HTC Magic.

Olha o Android!

O sistema operativo Android coadjuva o uso prático das aplicações importantes da Google: Gmail, GTalk, Search, Maps e Youtube. Por exemplo, os contactos que temos no HTC Magic podem ser configurados na conta de Gmail em múltiplas categorias, dispensando a longas jornadas ao teclado virtual do aparelho. O Android permite também a configuração de contas da Microsoft ou que tenham Pop3 e IMAP. Por outro lado, o sistema de mensagens funciona como se tivéssemos aberta uma caixa no Gtalk.

Como o sistema operativo tem por base o Linux e o software aberto, qualquer programador pode realizar aplicações java e disponibilizá-las ao serviço de qualquer utilizador através da opção Android Market presente no aparelho.

O ambiente de trabalho está dividido em três dimensões, permitindo a organização de pastas, ligações e atalhos para programas da forma que mais nos convém. O ambiente reconhece os movimentos verticais e horizontais e tem uma boa sensibilidade ao toque das nossas “impressões digitais”.

A bateria é o “calcanhar de Aquiles” do HTC Magic. Embora esteja designado que possa durar 660 horas sem uso, ainda não se passou dia e meio sem que o tivesse ligar á electricidade. O aparelho também é recarregável via USB. Além do cabo que lhe permite interagir com o computador, traz um auricular estéreo, um cartão microSD de 2 GB, uma bolsa e o adaptador para ligar à corrente eléctrica.

Software livre, uma variedade de aplicações

Dada a abertura do Android, o sistema é o que nós desejamos que seja. Assim, é aconselhada a visita do Android Market ou de fóruns como o Portal Android para descobrir aplicações interessantes. Por exemplo, se não dispensam o Twitter no transporte público, no snack-bar ou na praia aconselho-vos a aplicação Twidroid.

Decorre até amanhã, 17 de Julho, o Guilhotina Nokia, um desafio em ambiente em redes sociais desenhado pela marca finlandesa.

A secundar a publicidade que o Nokia N97 tem feito em vários sites, nasceu um passatempo no Twitter, Facebook e Hi5, possivelmente as três redes sociais com mais aceitação em Portugal. Solicita aos intervenientes a troca de fotografia de perfil para a de um aparelho N97. Após a operação, é necessário enviar uma mensagem para Guilhotina Nokia.

Serão entregues smartphones Nokia N97 – que no mercado custam 699 euros – aos três perfis mais criativos e originais. Quem “difundir” o passatempo por mais amigos também será premiado.

Marcas conceituadas têm aproximado-se do público na internet com este tipo de desafios. São disso (bons) exemplos, os Aqui Há Selo (CTT), Ícones (Ford), Quentes & Boas (Páginas Amarelas).

Hoje, no blog do TwitterPortugal, Virginia Coutinho escreve um post sobre este tema que tem dado que “comentar”. Entre outras afirmações lógicas é extrapolado um exemplo de como não estar na social web, o @optimusmusica (mais informações ler aqui).

A história é feita dos bons exemplos, mas é com os maus que se aprende. A Optimus falhou ao não conhecer a falibilidade do Twitter (há mensagens que não ficam memorizadas). Neste, como noutros contextos da comunicação, exige-se criatividade, conhecimento e responsabilidade.

[este artigo foi originalmente publicado no blog Twitter Portugal a 10.07.2009]

O vídeo HD, o blu-ray, a memória hardware com maior capacidade e a fibra óptica estão a acompanhar e a moldar novos comportamentos dos internautas. Mais bytes em partilha implicam um reajuste por parte das plataformas que usamos na rede.

No espaço de duas semanas o Twitter, o Gmail e Youtube aumentaram a lotação de envio, registo e serviço.

O Twitter API (Application Programming Interface) é bem conhecido por programadores e “geeks”. Graças a ele, e através dele, fazem-se aplicações, widgets e sites em partilha com os dados da rede do passarinho.

Recentemente, o Twitter API estendeu de 100 para 150 as acções que podem ser realizadas por hora. Esta nova “ordem” facilita o serviço de aplicações como o Tweetdeck, por exemplo, com actualizações mais frequentes e aumento de tweets recebidos e enviados.

O Gmail alargou o limite dos ficheiros a enviar. Agora podem ser “despachados” anexos com 25 mb, anteriormente o correio electrónico do Google tinha uma demarcação de 20 mb.

Já o Youtube deu um grande passo para quem quer disponibilizar a sua obra de arte ao mundo. Até há poucos dias, vídeos com mais de 1 GB não podiam ser registados. O limite foi superado para a marca dos 2 GB dando maior a possibilidade de se colocarem vídeos em alta definição (HD), uma das apostas diferenciadoras do mercado audiovisual actual.

O tamanho importa e o Google volta a evidenciar como se deve fidelizar clientes. Ainda se lembram como o Gmail derrotou em “três tempos” o Hotmail e Yahoo Mail dispondo de 1 GB de armazenamento para as mensagens?

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A Booktailors, agência de comunicação para o mercado livreiro, produziu e editou o primeiro número da B:Mag – Booktailors Publishing Magazine.

A publicação dirigida a profissionais contem 60 páginas nas quais estão artigos de Francisco  José  Viegas,  Vasco  Teixeira,  Manuel Alberto  Valente,  Eduardo  Pitta,  Pedro  Rolo  Duarte,  Maria  do  Rosário  Pedreira, António  Manuel  Venda, Carla  Maia  de  Almeida e outros.

Entre eles pode-se ler “Como dinamizar a divulgação Web 2.0 da Feira do Livro de Lisboa”, artigo que elaborei no rescaldo da 79ª edição da festa dos livros na capital.

Atualizações do Twitter