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[este artigo foi originalmente publicado no blog Twitter Portugal a 03.08.2009]

Pedro Sousa e Rui Leitão são as faces visíveis da Think Orange, empresa que nasceu para dinamizar uma ideia vencedora: a BookWorms. Premiada no Sapo CodeBits 2007, concurso que divulga ideias com futuro na Web, esta rede social sobre livros passou de projecto a realidade e foi apoiado pelo portal português da Portugal Telecom. Conversámos com ambos sobre o passado, presente e futuro desta “network” portuguesa.
O projecto BookWorms nasceu no Codebits de 2007. Que balanço fazes destes dois anos de desenvolvimento?
Pedro Sousa: Foi um grande salto. Read the rest of this entry »
A “social web” caracteriza-se para partilha, mas também pela co-edição. Um dos fenómenos curiosos é a evolução de vídeos que se tornam virais. Várias versões surgem ao longo do tempo, preservando caracteristicas iniciais e acrescentando outros.
O etnógrafo digital Mike Wesch, aborda este tema na sua apresentação “An anthropological introduction of YouTube” (ver minuto 2:00 e 13:25).
“David After Dentist” é um dos grandes “hits” do Youtube do ano. Entretanto, novas interpretações foram aparecendo sobre o vídeo. Vejamos o original e dois exemplos.
Em Portugal não vejo este tipo de fenómeno. Será um questão cultural?
Enquanto a Yahoo e Microsoft se unem, a Google acena-lhes.
No próximo dia 30 de Setembro, dentro de dois meses, o Google Wave será disponibilizado para 100 mil interessados. Actualmente, alguns milhares já o testam, mas há problemas de rapidez e estabilidade a solucionar.
O Google Wave é uma ferramenta de comunicação que, segundo os seus programadores, fará esquecer o email e revolucionará a forma como lidamos com a informação na Web. Há 10 anos o Instant Messenger iniciava um novo paradigma da comunicação, cenário que a Google pretende que o Wave faça.
Com a aceitação do Twitter, o Google entendeu que o mundo está preparado para uma ferramenta de partilha em tempo real que envolva formatos texto, imagem e vídeo. Pelo que já vi, o Google Wave parece-me um “Twitter com turbo”. A um ritmo infernal, permite uma organização e criação de conteúdos superior ao sistema do “passarinho”.
A comunicação em tempo real será a base deste novo produto Google. Os utilizadores podem conversar, editar, cooperar em múltiplos formatos armazenar o resultado. Há quem o descreva como um agregador de email, chat, wiki, blog, feeds, blogues, etc.
O sistema desenvolvido pelos criadores do Google Maps não é, para já, intuitivo. Assim como usar o Twitter foi, no início, um quebra-cabeças, o Google Wave tem uma organização que vai pedir doses de adaptação e compreensão.
É uma plataforma construída em código aberto o que permite a inclusão de aplicações por terceiros. Quem quiser experimentar, inscreva-se aqui.
Palavras para quê, vejamos um resumo da apresentação do Google Wave.
[este artigo foi originalmente publicado no blog Twitter Portugal a 22.07.2009]
O Tour de France de 2009 tem a sua etapa final já no próximo Domingo. Este ano, a cobertura na prova diversificou-se na Internet, Web 2.0, “social web” ou como lhe quiserem chamar. Vejamos alguns exemplos.
1. Twitter
A Astana, a equipa do português Sérgio Paulinho, está em peso na rede de micro-blogging. Lance Armstrong, Levi Leipheimer (que abandonou a corrida), Johan Bruyneel (director desportivo) e o perfil institucional TeamAstana são algumas das formas de acompanhar por dentro o espectáculo velocipédico. O vencedor do Tour 2008, Carlos Sastre (Cervélo TestTeam) também lança as suas “twitadas”.
Uma boa forma de acompanhar a prova via Twitter é seguir as “hastags” #tourdefrance ou #tdf. Amadores e profissionais como DailyTour e Frank Steele animam a cobertura da prova por este micro-meio.
2. Blogs
O regresso ás “ciclo-lides” de Lance Armstrong foi um dos motivos da “webização” da prova. No blog da sua fundação, deixa um pouco das experiências diárias. Existem também blogs/sites com cobertura esclusiva da corrida como o TDF e o Velonews. Este último, á semelhança do desporto futebolístico, tem uma janela onde segue as etapas ao vivo com escrita.
Ah, não esquecer a “papinha feita” para jornalista ou seguidor ver/ouvir realizada pela equipa SaxoBank no blog Taking the Lead. Uma forma de inovar na promoção da marca que paga a equipa.
3. Mapas
No ano passado a Google realizou uma edição especial do Street View para a prova. Em 2009 não temos o envolvimento da empresa de Larry Page e Sergey Brin, mas não deixam de haver mapas disponíveis. Pode seguir a cartografia da corrida na Versus ou mesmo no Google Earth graças a Thomas Vergouwen.
4. iPhone
Este ano houve uma aplicação para seguir o Tour via iPhone: o iTour. O futuro passa pela internet nos smartphones e os média, “prosumers” ou marcas, têm que acompanhar a tendência. E não sou eu que o digo.
5. Portugal
O João Pedro Mendonça da RTP está a proporcionar um caso que interessa relevar. Através do perfil @rtptour do Twitter, interage com o público na cobertura diária da prova. Uma experiência a reter.

As “boas práticas” assinaladas neste artigo ficam como sugestão para departamentos de comunicação das equipas/marcas, média e mesmo seguidores da 71ª Volta a Portugal, que se inicia a 5 de Agosto. Quem será o primeiro a avançar e a dizer: sigam-me na “social web”?
Decorre até amanhã, 17 de Julho, o Guilhotina Nokia, um desafio em ambiente em redes sociais desenhado pela marca finlandesa.

A secundar a publicidade que o Nokia N97 tem feito em vários sites, nasceu um passatempo no Twitter, Facebook e Hi5, possivelmente as três redes sociais com mais aceitação em Portugal. Solicita aos intervenientes a troca de fotografia de perfil para a de um aparelho N97. Após a operação, é necessário enviar uma mensagem para Guilhotina Nokia.
Serão entregues smartphones Nokia N97 – que no mercado custam 699 euros – aos três perfis mais criativos e originais. Quem “difundir” o passatempo por mais amigos também será premiado.
Marcas conceituadas têm aproximado-se do público na internet com este tipo de desafios. São disso (bons) exemplos, os Aqui Há Selo (CTT), Ícones (Ford), Quentes & Boas (Páginas Amarelas).
Hoje, no blog do TwitterPortugal, Virginia Coutinho escreve um post sobre este tema que tem dado que “comentar”. Entre outras afirmações lógicas é extrapolado um exemplo de como não estar na social web, o @optimusmusica (mais informações ler aqui).
A história é feita dos bons exemplos, mas é com os maus que se aprende. A Optimus falhou ao não conhecer a falibilidade do Twitter (há mensagens que não ficam memorizadas). Neste, como noutros contextos da comunicação, exige-se criatividade, conhecimento e responsabilidade.
[este artigo foi originalmente publicado no blog Twitter Portugal a 10.07.2009]
O vídeo HD, o blu-ray, a memória hardware com maior capacidade e a fibra óptica estão a acompanhar e a moldar novos comportamentos dos internautas. Mais bytes em partilha implicam um reajuste por parte das plataformas que usamos na rede.
No espaço de duas semanas o Twitter, o Gmail e Youtube aumentaram a lotação de envio, registo e serviço.
O Twitter API (Application Programming Interface) é bem conhecido por programadores e “geeks”. Graças a ele, e através dele, fazem-se aplicações, widgets e sites em partilha com os dados da rede do passarinho.
Recentemente, o Twitter API estendeu de 100 para 150 as acções que podem ser realizadas por hora. Esta nova “ordem” facilita o serviço de aplicações como o Tweetdeck, por exemplo, com actualizações mais frequentes e aumento de tweets recebidos e enviados.
O Gmail alargou o limite dos ficheiros a enviar. Agora podem ser “despachados” anexos com 25 mb, anteriormente o correio electrónico do Google tinha uma demarcação de 20 mb.
Já o Youtube deu um grande passo para quem quer disponibilizar a sua obra de arte ao mundo. Até há poucos dias, vídeos com mais de 1 GB não podiam ser registados. O limite foi superado para a marca dos 2 GB dando maior a possibilidade de se colocarem vídeos em alta definição (HD), uma das apostas diferenciadoras do mercado audiovisual actual.
O tamanho importa e o Google volta a evidenciar como se deve fidelizar clientes. Ainda se lembram como o Gmail derrotou em “três tempos” o Hotmail e Yahoo Mail dispondo de 1 GB de armazenamento para as mensagens?
A Booktailors, agência de comunicação para o mercado livreiro, produziu e editou o primeiro número da B:Mag – Booktailors Publishing Magazine.
A publicação dirigida a profissionais contem 60 páginas nas quais estão artigos de Francisco José Viegas, Vasco Teixeira, Manuel Alberto Valente, Eduardo Pitta, Pedro Rolo Duarte, Maria do Rosário Pedreira, António Manuel Venda, Carla Maia de Almeida e outros.
Entre eles pode-se ler “Como dinamizar a divulgação Web 2.0 da Feira do Livro de Lisboa”, artigo que elaborei no rescaldo da 79ª edição da festa dos livros na capital.


Na era digital em que estamos a viver, as pessoas e os média estão a adaptar-se a novos hábitos. Por exemplo, é cada vez mais frequente seguir um evento através da transmissão online. O “livestream”, graças à maior largura de banda, começa a banalizar-se permitindo aos internautas seguir e interagir em eventos de todos os âmbitos.
Na semana passada quem quis pode seguir a presença de Biz Stone do Twitter. Hoje e amanhã, realiza-se o European Communication Summit 2009, evento anual da European Association of Communication Directors. Pode ser seguido em directo aqui a partir das 8h00.
Programadas estão algumas comunicações versadas sobre “Social Media”, “Web 2.0″ e inovação que convém não perder.



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